Rapidinhas: Beardfish, o que começa um dia acaba.


Foi por causa desses caras, o Beardfish, que eu comecei a criar o hábito de garimpar discos pela internet e escrever sobre eles. Então, se você não gosta desse blog, já sabe quem são os culpados por eu insistir em escrever.

Quando eu conheci a banda, fiquei impressionado. Isso foi lá pra 2011, ainda no falecido Orkut, em uma comunidade sobre rock progressivo. Algum doido indicou o álbum Mammoth, eu baixei, ouvi, pirei.
Então, surpreso por achar um material tão interessante e ao mesmo tempo obscuro, resolvi me aprofundar no que não toca nas rádios. Dessa maneira descobri que o rock vai muito além do mainstream e está longe de morrer. Pelo contrário.

Momento nostálgico à parte, tudo que começa um dia acaba. E infelizmente o Beardfish anunciou o encerramento das suas atividades.
Palavras dos próprios: “Após alguns desentendimentos e muitas dificuldades dentro da banda, nós decidimos dizer que chega... Crescer, ter família e tudo isso tornou esse trabalho particularmente difícil, resultando em longos períodos sem que pudéssemos estar juntos”.

Os suecos deixam no legado oito álbuns de estúdio, e uma vaga garantida entre as melhores bandas do século atual.

Quem usa o Google Plus?

Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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