TOP 10: Os melhores discos de 2017!


A premiação mais importante do mundo musical está aqui...
O dia mais aguardado, mais esperado, mais especulado, mais dramático, mais tenso do ano... O dia da grande lista dos melhores álbuns do ano, eleitos pelo renomado Rock em Balboa!.
Sim, senhoras, senhores, garotas e rapazes. Eis a lista dos melhores álbuns de 2017!

Novamente um bom ano, mas diferentemente de 2016, que se destacou pelo thrash metal, eu diria que a cara de 2017 foi mais para o rock e metal progressivo.
Parece que voltamos para a tendência de anos atrás, mostrando que 2016 foi mais uma exceção do que uma regra.

Aqui vale a máxima de sempre, já dita em outros carnavais: A lista de melhores do ano nunca é estática. Ela pode mudar a qualquer momento, caso eu descubra algo que mereça aparecer por aqui.
Tem indicações? Sentiu falta de alguma coisa? Compartilhe sua lista nos comentários...
Chega de papo e vamos ao prêmio!

O quarteto virou um trio, mas mesmo com o staff reduzido o Samsara garante a barulheira psicodélica e misturas de sonoridades!
Um bom álbum, com um grupo muito mais maduro e uma grande evolução vocal de Christian Peters.

O trio que venceu o Prog Awards em 2016 manteve o espírito vanguardista em seu novo álbum. Um tema batido, mas abordado de maneira distinta.
Bem diversificado, com refrãos grudentos, e uma leve ousadia ao trazer elementos de fora do rock progressivo.

8º lugar - LYKAIA (Soen)
O timaço sueco ainda tem dificuldade de criar sua própria identidade. Mesmo entregando um bom álbum, a sombra do Tool continua os assombrando.
Ponto negativo para a capa, outrora sensacionais, nesse álbum ficou bem meia-boca.

Com um thrash metal mais melódico o Kreator pode afastar os seguidores mais adeptos ao peso, e em contrapartida renovar seu público.
Uma aposta que já era ensaiada, que poderia ser muito interessante, mas traz poucas novidades.

A banda favorita dos haters, o Sepultura pode até não repetir o brilhantismo do passado, mas ainda soa de maneira bem interessante.
Com uma temática Deus ex machina, Machine Messiah mescla boa simplicidade e um pouco de preguiça.

Pode até ter ficado bom (e ficou!), mas isso não anula o fato de que ver o Steven fazendo pop é um baita desperdício.
Com uma proposta mais acessível, o álbum é um convite à um novo público. E quanto a nós: Melhor aceitar que dói menos.

Os alemães bateram na trave em trabalhos anteriores, e apesar do potencial inquestionável, sempre entregaram álbuns com falhas graves.
Dessa vez os caras acertaram a mão e mostraram que estão no auge da carreira!

Com um pé na virtuosidade e outro na objetividade, o quarteto italiano faz a sua estreia demonstrando uma maturidade acima da média.
Recheado por diferentes camadas e transições, Unlike Here mostra que garimpar música por aí ainda vale muito a pena.

Com a atmosfera baseada em um trágico ano de 2016, o Lunatic Soul é muito mais do que um mero projeto paralelo de Mariusz, é uma chance de ele explorar sonoridades. E ele faz isso com maestria.
Sem guitarras e com bastante eletrônica, se prepare para uma bela viagem!

"And the Oscar goes to..."!
Nada como uma bactéria comedora de carne para dar um pouco de inspiração. Um trabalho excelente, forte e bastante denso. Uma reflexão sobre a fragilidade da vida e o acaso.
O retorno do PoS, após a doença de Daniel, não poderia ser mais triunfal!

*Para ver minha lista completa dos melhores de 2017, clique aqui!
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Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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