Tommy Ramone, o último dos moicanos...


Foi Joey quem puxou a fila. Dee Dee foi o próximo. Johnny adoeceu e não resistiu. Por fim, Tommy decidiu se juntar ao grupo e reeditar a formação clássica dos Ramones em algum outro lugar.

Em um curto intervalo de 13 anos, foi-se o quarteto que brilhou em três discos históricos. “Cedo demais para a música”, assim que Marky Ramone definiu a partida de Tommy e todo o conjunto.
Tommy foi mais uma vítima do câncer, talvez a pior praga que assola a humanidade. Seu legado é inquestionável, junto com os outros três Ramones, mudou os rumos da música. Punk? Há quem questione. Revolucionário? Sem dúvidas.

E Tommy partiu. Ele, o último dos moicanos.

+ (29/01/1952 - 11/07/2014) +

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Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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