TOP 10: Os melhores discos de 2015!


Adeus ano velho... Feliz ano novo... Adeus ano velho... Feliz ano novo...
Ah, qual é? Aposto que você tem um tio bêbado que sempre canta essa musiquinha na hora da virada!

Bem, leitoras e leitores. O ano acabou, e os blogs já estão inundados de listas dos melhores e piores dos últimos doze meses. Aqui não poderia ser diferente. A diferença é que nossa lista é divulgada quando o ano, de fato, acaba. Não em outubro ou novembro, como muito blog por aí. Mas isso não vem ao caso!

Lembrando sempre que nossas listas nunca são definitivas. A qualquer momento poderei ouvir algo que eu julgue capaz de entrar aqui (tenho pelo menos mais uns dez álbuns dentro do meu pendrive, e que eu ainda não ouvi), e então o ranking será devidamente atualizado.
Chega de enrolar e vamos ao que interessa. Feliz ano novo a todos e até ano que vem!

Não tem nada de novo, mesmo assim os ingleses conseguem continuar sendo interessantes. Tudo bem que a voz de Lemmy não é mais a mesma, os problemas de saúde afetaram a performance do vocalista. Mas isso não comprometeu o disco que acabou sendo a despedida do Motörhead.

9º lugar - MELIORA (Ghost)
É papa, é pop, é metal, é satã, é prog, é Beach Boys, é teatro... Duas coisas são elogiáveis nesses suecos: Eles não possuem medo de ousar, e não têm medo de polêmicas. Podem não primar pelo conteúdo, mas dão uma aula de marketing e divulgação.

Um começo brilhante mostra o que esses poloneses são capazes de fazer. O som denso, mas suave, letras reflexivas, e um rock progressivo sem muitas virtuosidades fazem com que o Riverside melhore em relação ao seu último trabalho.

A troca de baixista pareceu não afetar a banda, que produziu mais um grande trabalho para completar sua discografia. O hard rock com forte pegada clássica ainda predomina, apesar de soar mais sóbrio do que trabalhos anteriores.

Um heavy metal com uma queda pelo power. O pessoal do Stargazery apostou em um som mais tradicional e recheado de fórmulas clássicas. Apostou bem. Não irão revolucionar a música, mas certamente te deixarão batendo cabeça!

Após vários dramas pessoais e experiências muito próximas à morte, esse libanês resolveu descrever seus sentimentos e dramas. O resultado final foi um ótimo disco conceitual, intenso, perturbador e profundo.

O Women não morreu. Muito menos o pós-punk. Apesar de todas as polêmicas e choros envolvendo o nome da banda, esses canadenses mandam um som bem elaborado, cheio de nuances experimentais, caos organizado, e boas letras.

Não é um disco de letras profundas que irão te causar reflexões e devaneios. Pelo contrário. O objetivo aqui é divertir o ouvinte, e o papel é cumprido com maestria. Instrumental bem feito e com ótimos refrãos, que certamente irão grudar na sua cabeça!

Inspirado na história de Joyce Carol Vicent, esse é um disco capaz de te gerar um grande desconforto e reflexão. Com linhas instrumentais que oscilam do simples ao complexo em questão de segundos, há grandes experimentações dentro do saturado rock progressivo.

"And the Oscar goes to..."!
A donzela de ferro nunca chegou tão perto do fim. Os problemas de saúde colocaram em cheque a continuidade de Bruce Dickinson na frente da banda, e mesmo se voltasse, muitos duvidavam da qualidade de eventuais novos trabalhos (me incluo nessa).
A verdade é que o Iron Maiden voltou com mais apetite do que nunca, e nos brindou com belíssimas canções. Os tiozinhos do metal detonaram. Up the Irons!

*Para ver minha lista completa dos melhores de 2015, confira aqui!
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Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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