Rapidinhas: Graveyard, a volta dos que não foram.


Tira o casaco. Coloca o casaco. Tira o casaco. Coloca o casaco...
Quem nunca?

Pois é, parece que o Graveyard anda nesse dilema. Mas ao invés de casaco, substitua-o por baterista.

Não entendeu nada? Nem eu.

Em setembro de 2016, este blog referência e altamente atualizado, informou o fim do Graveyard (y otras cositas más...). Depois de algum tempo e um provável arrependimento, os suecos anunciaram o retorno.
Isso foi em janeiro de 2017 e não foi noticiado aqui por pura preguiça.

O resumo da ópera é que a banda iria retomar as atividades, sem o seu baterista Axel Sjöberg. Ele saiu por questões internas, iriam contratar outro para a função. Discursos bacanas, agradecimentos, legado, e blá blá blá.
Estamos em maio, e até agora mais nenhuma novidade.

Os caras desistiram de voltar?
Em abril fizeram alguns shows de abertura para o Saxon. Adivinha quem estava nas baquetas? O próprio Axel.
O Axel desistiu de sair?

Nem ideia. A única coisa que posso adiantar é: Quem viver verá.
Enquanto isso o Graveyard protagoniza a volta dos que não foram. Ou seria a partida dos que não iriam?

Quem usa o Google Plus?

Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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