Rapidinhas: Riverside, Graveyard, embarque e desembarque.


Seria o fim? Após a morte do virtuoso guitarrista Piotr Grudziński, a continuidade do Riverside ficou em cheque. O grupo ainda não havia informado como seguiria, ou se seguiria.
Fato totalmente compreensível. Piotr não era apenas um guitarrista de musicalidade única, Piotr era um pilar de toda a sonoridade do grupo polonês.

Não foi o fim. O Riverside anunciou o retorno às atividades e ninguém entrará no lugar de Piotr. Sábia decisão, ninguém poderia fazê-lo.
O Riverside continuará como um trio. Será interessante ver como a banda se comportará, pois certamente teremos uma sonoridade totalmente nova.

Os poloneses tornarão a embarcar no velho trem, após de terem descido para uma justificável pausa na viagem. Enquanto eles caminham ao vagão, o Graveyard anuncia que vai desembarcar. Os suecos decidiram dar uma interrompida na carreira e encerrar as atividades.
O Graveyard trouxe uma releitura instigante do hard rock setentista para a era das playlists. Eles mostraram que o gênero não estava e nunca esteve saturado.

Mas, a verdade é que seu último trabalho, Innocence & Decadence, já não teve o mesmo vigor de antes. Seria um sinal de que algo não ia bem? Talvez. Ou talvez não estivesse bem desde a saída do baixista Rikard Edlund?
Ou então, nunca teve nenhum talvez. Apenas uma vontade de parar a viagem, descer do trem, e fazer outra coisa. Quem sabe um dia eles resolvam voltar aos trilhos? No velho vagão de sempre, ou em algum novo por aí?

Quem usa o Google Plus?

Sobre o Rock em Balboa

Depois de anos de estudo e dedicação à engenharia, percebi que era tudo um grande pé no saco. Joguei as coisas pro ar e fui para a ilha de Balboa (pode procurar no Google, ela existe!). Agora fico deitado na rede e ouço rock o dia todo.

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